Depois de Sir Arthur Connan Doyle criar Sherlock Holmes e seu inseparável companheiro Watson, chegou a vez de outros autores se utilizarem da consagrada dupla de detetives.
Em “Sherlock Holmes e Einstein no caso dos cientistas assassinados”, Alexis Lecaye põe o intrigável Holmes a investigar um caso com a ajuda de Albert Einstein.
Já aposentado de suas aventuras, Holmes manda uma carta a Watson para que ele vá o visitar o mais rápido possível (sim, agora eles não moram mais juntos em Londres). Chegando lá, o companheiro fica sem entender, mas cumpre o pedido do amigo: ele deveria viajar para investigar um crime sem sua companhia.
Em sua investigação, Watson depara-se com vários cientistas assassinados aparentemente sem razão e passa por várias encrencas, enquanto Holmes conhece o então não famoso, Albert Einstein. Juntos, os três conseguem desvendar mais um mistério, contando inclusive com o aparecimento de velhos conhecidos dos dois.
Adorei o livro e recomendo para todos, inclusive, para quem assim como eu, não leu nenhum livro original de Holmes, pois isso não prejudica o entendimento da história. Quem gostar, recomendo também “Sherlock Holmes e Marx: Um caso de amor e morte na comuna de Paris”, do mesmo autor, onde dessa vez, Holmes se encontra com o filósofo, Karl Marx, que embora seja uma boa leitura, não se equipara ao anterior.